Análise – DOOM Eternal

Ruan Almeida . Há 1 ano atrás

4 anos após o reboot da franquia, DOOM Eternal chega aos jogadores apresentando uma grande revitalização numa das sagas de FPS mais amadas da indústria dos jogos. Mantendo a essência violenta e ágil que tornou os jogos conhecidos globalmente, a propriedade ganhou uma injeção de verticalização, transformando as seções de plataforma em uma mecânica vital no game.

Com controles absurdamente responsivos, um design de inimigos e de mapas primorosos, DOOM Eternal pode facilmente ser considerado o melhor título da Bethesda nesta geração atual de consoles. Cada trecho do jogo deixa evidenciado o empenho técnico do estúdio id Software, e, o resultado final é simplesmente o projeto mais grandioso da companhia até a presente data.

As adoradas Mortes Gloriosas estão de voltas, rendendo finalizações brutais que concedem vida, munição e armadura. O vasto arsenal do Doom Slayer poderá ser usado para todo e qualquer tipo de situação, focando sempre na mobilidade e na regeneração de recursos importantes. Este é um aspecto interessante do título. Nele, lutar acaba sendo um meio de sobrevivência. Fugir ou se esconder não é uma opção viável.

Outro recurso que retorna dos outros jogos são os modificadores de armas. Estas customizações permitem que o jogador explore os pontos fracos dos inimigos, despachando as hordas de maneira mais eficiente e com grande agilidade. Um dos meus mods preferidos é o gancho que pode ser acoplado na Espingarda, concedendo uma grande mobilidade ao protagonista. Como já era de se esperar, agora o temido Doom Slayer possui um Centro de Operações chamado de Fortaleza de DOOM, uma nave bem legal que permite rejogar missões já completadas.

Conclusão

Com uma performance impecável, uma campanha eletrizante e uma jogabilidade primorosa, DOOM Eternal é o segundo melhor jogo de FPS da geração, ficando atrás apenas de Call of Duty: Modern Warfare. Com altas doses de diversão, o jogo é altamente recomendável para todo e qualquer fã da saga e do gênero ação/shooter. A única dúvida que fica é se o estúdio id Software é capaz de criar uma obra ainda mais refinada do que essa.

 

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